É principalmente o irreverente doodling nele que mais aprecio. A arte dele é o reflexo da cultura em que ele esteve inserido. O seu primitivsmo intelectual deve-se ás formas de representação primitivas, fazendo lembrar a arte das crianças, juntando-lhe etiquetas de textos escritos tão espontaneamente expressados como os proprios riscos, traços que fazia.
O deixar-se levar expresso nos seus trabalhos mostram-nos quase o retrato de uma sociedade em que ele estava inserido e os seus pensamentos recalcados mas conscientes. Não se pode dizer que foi uma pessoa privada da sociedade, como um prisioneiro ou um alienado, apesar de ter recebido atenções como se fosse um elefante que toca o sino por representar uma espécie de Arte Bruta.
Isto aconteceu pela vivência numa "outra dimensão", a dimensão dentro das grades que cerca o elefante e não deixa as pessoas lá entrarem pelo perigo, onde exite a prostituição, o roubo, a droga que acabou por satistafê-lo matando-o.
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