Thursday, January 13, 2011

Jean-Michel Basquiat: The Radiant Child

E isto será algo que irei ver ou hoje ou amanhã. O certo é que o trabalho de AOA, em que comparei o Neo-primitivsmo com Basquiat fez com que eu ficasse complectamente afectada pela genuinidade do artista. O meu diario grafico, predominantemente preto e branco, ganhou umas cores que não sabia poderem existir da nova forma que as vejo. Comecei eu a desenhar como uma criança, a colar desenehos de criança nas paredes.... enlouqueci, tá visto! Cheguei a sonhar com um trabalho dele e tudo! Um trabalho que nunca o vi, mas que definitivamente era, ou melhor, "seria" dele, quem sabe....

É principalmente o irreverente doodling nele que mais aprecio. A arte dele é o reflexo da cultura em que ele esteve inserido. O seu primitivsmo intelectual deve-se ás formas de representação primitivas, fazendo lembrar a arte das crianças, juntando-lhe etiquetas de textos escritos tão espontaneamente expressados como os proprios riscos, traços que fazia.

O deixar-se levar expresso nos seus trabalhos mostram-nos quase o retrato de uma sociedade em que ele estava inserido e os seus pensamentos recalcados mas conscientes. Não se pode dizer que foi uma pessoa privada da sociedade, como um prisioneiro ou um alienado, apesar de ter recebido atenções como se fosse um elefante que toca o sino por representar uma espécie de Arte Bruta.

Isto aconteceu pela vivência numa "outra dimensão", a dimensão dentro das grades que cerca o elefante e não deixa as pessoas lá entrarem pelo perigo, onde exite a prostituição, o roubo, a droga que acabou por satistafê-lo matando-o.









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