Sunday, February 26, 2006

Parando um pouco, devido á existência de um ciclo deste meu/nosso caminho.

Esperem... são os grilos....eles começam a transformar o seu canto numa espécie de gargalhadas.todos juntos lá fora.
Os ruídos que me acalmaram desde criança metem-me medo. Sim estou com medo, porque a minha existência começa a questionar-se...... por cada batida vinda da música que oiço passa-me uma imagem que rebenta ao som do solo de Dimebag... o porquê desta solidão que me arrasta entre as ervas mais escondidas rente ao chão e eu sei que maior que elas em tamanho mais longe estou de chegar a elas e conviver com elas.saber o que pensam.......

Infelizmente a merda dos condicionamentos naturais me impedem de pensar em tal coisa, porque nem a mesma língua falamos...

Sei que estou muito longe delas ainda, porque quero, apesar de não saber porquê.. enquanto a solidão arrasta-me e mais uma vez me pucha pelos cabelos brincando comigo, sem protecção de saber, onde estou, e porquê, de ela arrastar-me condicionando-me mais uma vez á vida.

O Amor?
...desgosto de muita gente, mas falar de amor para quÊ, talvez tivesse mais interesse se muda-se de nome...... sabemos lá nós a medida dele, só sabe a medida do amor quem lhe deu o nome (é, por vezes o conhecimento práctico é essêncial para saber do que se trata).

Prefiro pensar numa amizade então..... enquanto isso vaguei-o de qualquer maneira entre as linhas da vida que me empurram mais uma vez para o chão.
É que se ao menos tivesse asas era outra conversa... sempre podia falar com os passarinhos e pagar-lhes uma bebida (mas a porcaria dos condicionamentos naturais nem dá mais uma vez oportunidade de pensar que isso pelo menos uma vez seria possível....- também não falo a língua deles.)

E a porcaria desta gravidade que me faz ficar marreca que nem a bruxa do conto lá da Branca de Neve, ela precisava era de um pontapé no cu para ver se ficava logo mais levezinha...
Mas na realidade o peso da gravidade é igual para todos, as reacções diferentes a ela dependem todas do ser a quem ela toca e dá festinhas, depende muito da força que se tem dentro de quem é "atacado"....
4 da manhã....... e o tempo passa, não sei mais uma vez o que vem aí amanhã....quero chorar, deixem-me sentir-me nesse direito,
deixem-me por favor só desta vez virar as costas á razão porque sei que existe algo para aqui para dentro que foi deixado para trás e me faz confusão........
Problema: Não sei o que é...
Não posso terminar com cores porque se não, sinto-me esquisita... parece que depois não me sinto em casa
(é só para justificar a existência desta frase - pode ter lixado o texto todo mas desta vez eu fiz o texto, eu é que sei......)
Mónica Garcia

Monday, February 06, 2006

Dependênia ? Sobrevivência

Mas então porque é que sinto esta cnfusão na minha cabeça que não sei bem ao certo o porquê de a sentir, não descubro a razão. Serão as tantas somas de complicação e processos mentais de soluções que me complicam este esquema que me rodeia e me abranje junto?

Um deles, poderia começa a questionár-me sobre "um assunto" (quem me dera que para mim, só isso o fosse),a Senhora Dependência, tal conceito me atordua bastante devido á variadade de estados, emoções frequentes assim como certas reações espontâneas a tal. Seria um absurdo referir-me a vantagens e a desvantagens porque teria de também abrajer o "vantagens para quem e desvantagens para oposto". Nunca poderia envolver uma discução certa e valida, descoberta uma verdade, quando dois pontos de vista se confrontam.
Resume-se então um estado de compreensão. Logo seria bom na depência uma certa tolerância de estados.
É claro que me refiro a depência de outrém, exactamente referindo a dependência de menores em relação a alguém mais velho para assumir responsabilidades por vezes de quem necessita de as aprender.
Talvez a passagem a adulto (etáriamente dito, a adolescência) seja uma fase tão complicada devido a tal empasse. Ou será uma ajuda aos mais fracos, áqueles que não resistiriam a uma selecção brusca de sobrevivência (primitivamente descrita por Darwin de Selecção Natural).

Mais uma vez, ironicamente referindo - luta contra Natureza para tentar sobreviver. Claro que nem toda a gente teria de morrer porque tem uma perna partida e não presta, invalidez não se usa porque toda a gente tem algo a dar (de bom para a sociedade, mas em maior parte de mal para a Natureza). Que merda de parasitação...
Tolerência por parte de menores, uma raça que quer sobreviver... ahahahah

Sunday, January 08, 2006

Maldita consciência!


Na mao dos abusados e esperançados (de?) exite um botão que manipula um ciclo de existências.

Do poder esbanjado e oferecido por razao alguma, por escolha de um sistema predefinido por todos sem afrontos, um sistema pingado por rebaixamento e conformismos.
Tretas, balelas... nomes... deixem-me apenas rir, rir de uma forma subtil que limpa ouvidos.

E aqui, pronto, mais uma criticazinha simplesmente accionada por teclas, teclas estas que também estão dominadas, botões ... deixem-me rir.
Vá, eu sou a tecla M, mais uma vez teclaram-me e usaram-me... tu és a tecla do lado, a N, e estou a ver seres usado.
A tecla F, a T ... vizinhos lá do Noroeste que também estão a ser usados...
O problema é se o teclado resolve não responder aos dedos abusados.
O Sistema estraga-se.
É claro que um simples teclado não pensa, é da maneira que funciona sem reclamar. É a maneira básica de utilização, obedeces e não reclamas, se pifares és metido no lixo e há de existir noutro lado alguém que não abra a boca.E é renovado o sistema com os mesmos ingredientes e algum açucar na receita, que depois não é saboreado no prato.
E vai caindo pelo esófago a baixo até ao estomago, a mesma matéria para te manteres em pé, com uma oportunidade adiada, de a saboreares.
Más é só uma simples adiação equivalente ao tempo suficiente de vida.
Mas uma adiação por necessidade de sobrevivência, pelo medo de perder o pouco que se tem para te manteres, a ti e aos teus, capazes de respirar.
O açucar passa apenas pelo cheirinho da imaginação, pelo campo verdinho que se vê do outro lado.

Maldita seja esta consciência apertada em pulmões consumidos por nicotina...

E mais uma vez vou dormir e fingir que nada está a acontecer(sinto-me a minha própria manipuladora ... e pergunto-me o que é que afinal vele a pena)